domingo, 31 de janeiro de 2021

NINGUÉM PASSA: MANIFESTANTES BLOQUEIAM ESTRADA QUE LIGA MACAPÁ À LARANJAL DO JARI

 



 

Desde o início desta manhã de domingo, 31/01, o trecho da BR 156 que liga Macapá à Laranjal do Jari está bloqueado no perímetro da Comunidade de Água Branca do Cajari. A Polícia Rodoviária Federal se encontra no local, inclusive atendendo ofício dos organizadores do movimento. Os líderes do manifesto aguardam a presença de um representante do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) para buscar um entendimento. 

De acordo com os manifestantes, nenhum veículo passa pelo bloqueio com exceção apenas de ambulâncias. Os caminhoneiros e profissionais do volante reivindicam melhorias para a estrada e as pontes, pois elas colocam suas vidas em iminente risco.

Os manifestantes alegam que estão cansados dos prejuízos, demora e todos os sofrimentos impostos pelas péssimas condições da estrada federal que liga o Sul do Amapá a capital. O objetivo é chamar a atenção das autoridades para a dura realidade enfrentada por todos aqueles que são obrigados a fazerem o percurso.

Apesar de a manifestação ser liderada pelos caminhoneiros, é certa que ela receberá o apoio dos que precisam trafegar pela rodovia, pois todos sofrem as condições precárias da BR 156. A vida dos moradores do Sul do Amapá e Oeste do Pará é afetada diretamente pelas condições da única estrada que liga a capital amapaense, sejam os veículos de transporte de passageiros, cargas, segurança pública, ambulâncias e correios.  

A BR-156 possui 812 quilômetros, segundo a Secretaria de Transportes. No trecho Norte, de Macapá a Oiapoque, são 569 quilômetros; no Sul são mais 243 quilômetros entre a capital e Laranjal do Jari. “Estamos cansados desse sofrimento, pois nesse período de chuvas gastamos doze horas ou mais para percorrer um trecho de 260 km”, declarou um dos membros do movimento.

De acordo com o Dnit, estão em andamento os projetos de pavimentação contratados, com previsão de conclusão em 2021. Esse segmento está divido em quatro lotes de obras e todos já possuem contrato em andamento para elaboração de estudos e projetos básico e executivo, visando a execução das obras de implantação e pavimentação da rodovia, incluindo adequação de capacidade e melhoramentos da Travessia Urbana de Laranjal do Jari.

Considerada a rodovia federal mais antiga em construção no país, a BR 156 já teria consumido quase 80 anos desde que o marechal Cândido Rondon a projetou, como fator de integração da Amazônia Setentrional. Ao todo, são 812 quilômetros entre Laranjal do Jari, na divisa do Amapá com o Pará, e Oiapoque, na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa, dos quais 500 quilômetros já estão asfaltados. No trecho Sul não há um só quilômetro asfaltado.

 

Da redação do Tribuna do Vale.

  

sábado, 30 de janeiro de 2021

CAMINHONEIROS FECHARÃO TRECHO DA BR 156 QUE LIGA MACAPÁ A LARANJAL DO JARI NESTE DOMINGO, 31/01

MANIFESTAÇÃO | Profissionais do volante reclama das condições precárias da estrada de chão e das pontes de madeira, colocando a vida de todos que fazem o trajeto em iminente risco. 


Cansados dos prejuízos, cansaço, demora e todos os sofrimentos impostos pelas péssimas condições do trecho Sul da BR 156 que liga a capital Macapá a Laranjal do Jari, no Sul do Amapá, os caminhoneiros e motoristas profissionais fecharão a rodovia neste domingo, 31, visando chamar a atenção das autoridades para a dura realidade enfrentada por todos aqueles que são obrigados a fazerem o trajeto.

O bloqueio deverá acontecer nas proximidades de Água Branca do Cajari no início da manhã. Somente ambulâncias serão permitidas a passarem pelo bloqueio. Os profissionais do volante reivindicam melhorias para a estrada e as pontes, pois elas colocam suas vidas em iminente risco.

Apesar de a manifestação ser liderada pelos caminhoneiros, é certa que ela receberá o apoio daqueles que precisam trafegar pela rodovia, pois todos sofrem as condições precárias da BR 156. A vida dos moradores do Sul do Amapá e Oeste do Pará é afetada diretamente pelas condições da única estrada que liga a capital amapaense, sejam os veículos de transporte de passageiros, cargas, segurança pública, ambulâncias e correios.  


A BR-156 possui 812 quilômetros, segundo a Secretaria de Transportes. No trecho Norte, de Macapá a Oiapoque, são 569 quilômetros; no Sul são mais 243 quilômetros entre a capital e Laranjal do Jari. “Estamos cansados desse sofrimento, pois nesse período de chuvas gastamos doze horas ou mais para percorrer um trecho de 260 km”, declarou um dos membros do movimento.

Apesar dos altíssimos investimentos feitos pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) para a realizar a manutenção do trecho, o sofrimento dos motoristas e passageiros se repete a cada ano. Há lotes que recebem R$ 8 milhões, mas nas primeiras chuvas retornam os problemas com atoleiros, pista lisa, voçorocas e buracos típicos de estradas sem pavimentação. 

Considerada a rodovia federal mais antiga em construção no país, a BR 156 já teria consumido 80 anos desde que o marechal Cândido Rondon a projetou, como fator de integração da Amazônia Setentrional. Ao todo, são 812 quilômetros entre Laranjal do Jari, na divisa do Amapá com o Pará, e Oiapoque, na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa, dos quais 500 quilômetros já estão asfaltados. No trecho Sul não há um só quilômetro asfaltado.

De acordo com o Dnit, estão em andamento os projetos de pavimentação contratados, com previsão de conclusão em 2021. Esse segmento está dividido em quatro lotes de obras e todos já possuem contrato em andamento para elaboração de estudos e projetos básico e executivo, visando a execução das obras de implantação e pavimentação da rodovia, incluindo adequação de capacidade e melhoramentos da Travessia Urbana de Laranjal do Jari.


Por Ivan Lopes, da Redação do Tribuna do Vale. 




 

PACIENTES DE MANAUS COM COVID-19 FORAM TRANSFERIDAS PARA MACAPÁ SEM O CONHECIMENTO DAS AUTORIDADES LOCAIS, DENUNCIA WALDEZ GÓES

                                   


                                                Unimed Macapá

Em seu twitter, o governador do Amapá, Waldez Goes informou que recebeu a notícia através da Superintendência de Vigilância em Saúde, que após investigação in loco no Hospital Unimed Fama em Macapá, foi constatada a internação de uma paciente transferida de Manaus por UTI aérea sem a notificação obrigatória às autoridades locais ou nacionais.

Além deste caso, a SVS confirmou o óbito de outras duas pacientes também transferidas de Manaus para o Hospital Unimed Fama sem a autorização das autoridades  Sanitárias e de Saúde, configurando crime de infração de medida sanitária e atentado à Saúde Pública.

Determinei que assim que todas as providencias estejam tomadas, os órgãos envolvidos prestem todos os esclarecimentos necessários à nossa população”, informou através da sua rede social.

A situação pode ser mais grave ainda pelo fato de que análises de 250 genomas de coronavírus de pacientes do Amazonas comprovaram que 18 linhagens diferentes do Sars-CoV-2 já circularam pelo Estado.

Os genomas mais recentes, contudo, sinalizam a emergência da variante recentemente detectada no Estado, batizada de P.1, que vem gerando preocupação entre especialistas, por apresentar aparente capacidade maior de infecção.

Conforme a nota técnica conjunta recém-divulgada pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, essa variante estava presente em 32 das 35 amostras colhidas em janeiro (91,4%).



Ivan Lopes, da Redação do Tribuna do Vale. 


AUMENTO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DO AMAPÁ COMEÇOU ONTEM, 29/01

Deputados aprovaram e o Governado Waldez Góes sancionou lei que aumentou o desconto previdenciário dos servidores públicos


 Nesta sexta, 29, os servidores públicos estaduais do Amapá puderam perceber no bolso a primeira mordida do governo referente ao desconto de 14% de contribuição previdenciária. Além do congelamento de salários e do parcelamento, os servidores terão a partir deste mês de janeiro o salário ainda mais achatado em 3%. Dependendo do salário, esse desconto vai de aproximadamente R$ 200 até mais de R$ 400. Os sindicatos das principais categorias profissionais tentaram interceder o desconto na justiça, mas não obtiveram sucesso. 

Com a justificativa de atender ao novo dispositivo constitucional, os deputados estaduais aprovaram e Waldez Góes sancionou a Lei Complementar Estadual nº 127/20, a qual elevou as alíquotas de contribuição previdenciária de 11% para 14%, com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2021. A votação dos deputados ocorreu em plena pandemia da Covid-19 no ano passado.

 A grande mídia amapaense optou pelo silêncio, mas o fato é que com o aumento da contribuição previdenciária dos servidores públicos menos dinheiro estará circulando na já fragilizada economia do Estado Amapaense. A situação é ruim para servidores e péssimo para economia.


Da Redação do Tribuna do Vale. 


sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

GOVERNADOR AVALIA ADOTAR MEDIDAS MAIS RÍGIDAS PARA CONTENÇÃO DO AVANÇO DO NOVO CORONAVÍRUS

 

As ações foram discutidas nesta quinta-feira, 28, durante reunião com o Coesp e a Opas. Fotos: Márcio Pinheiro /ASCOM GEA


A variante do novo coronavírus, que desencadeou um rápido aumento dos casos da covid-19 em Manaus, é um alerta para todos os estados brasileiros. Por esse motivo, o governador do Amapá, Waldez Góes, com orientação dos comitês médicos e científicos, está antecipando medidas de contenção, prevenção e ampliação da rede de saúde. As ações foram discutidas nesta quinta-feira, 28, durante reunião com o Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública (Coesp) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O objetivo do reforço nas medidas é evitar a propagação do vírus e para isso é indispensável a colaboração da população. Com o auxílio da Opas, o governo monitora as cepas circulantes, a capacidade de oxigênio instalada na rede estadual, ocupação de leitos e a previsão de expansão, medidas prevendo um possível aumento repentino da doença. A infectologista Ho Yeh Li, da Opas, passou 10 dias em Manaus e esteve no Amapá para atualizar protocolos, orientar médicos e técnicos e com base nos dados locais avaliando o comportamento da doença no estado.

De acordo com a infectologista, o que ocorre em Manaus é um alerta para o Amapá e que para evitar o mesmo cenário, é indispensável a contribuição da população.

Mesmo com a retaguarda da saúde é preciso que a população se conscientize que, caso relaxem nos cuidados, o cenário pode piorar e medidas mais restritivas deverão ser adotadas. Precisamos do apoio das pessoas, principalmente no distanciamento social e uso de máscara para reduzir a circulação do vírus”, alertou.

Em alerta, o Governo do Amapá está reforçando e ampliando a rede de saúde e assistência. Além de ampliar as fiscalizações e ações de vigilância.

As medidas sanitárias precisam ser cumpridas e precisamos do apoio da população. Vamos intensificar as fiscalizações e monitoramento nos portos e aeroporto, e se os órgãos de saúde e vigilância indicarem que a única forma de evitar são medidas mais restritivas, vamos adotá-las”, avaliou Góes.

O uso de máscara é obrigatório, a higienização das mãos e distanciamento social são ações que devem ser contínuas, mesmo com o início da vacinação da população amapaense.

 

Por Anne Santos/GEA. 

 



quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

LARANJAL DO JARI RECEBE NOVO LOTE DE VACINA E AMPLIARÁ IMUNIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE


A Prefeitura de Laranjal do Jari recebeu na manhã desta quarta-feira, 27/01, um novo lote com 480 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 400 doses do imunizante produzido pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford e 80 doses da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Sinovac.

 Inicialmente, a imunização estava prevista apenas para aqueles que trabalham diretamente no combate ao Coronavírus, mas com a chegada do novo lote a Secretaria Municipal de Saúde informou que vai ampliar, a partir desta quarta-feira (27), a vacinação contra a Covid-19 para todos os profissionais de saúde que trabalham na rede pública.

Fonte/fotos: SEMUSA/PMLJ 




sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

QUASE 5 MESES DEPOIS, O PROCON AINDA NÃO APRESENTOU RESULTADOS SOBRE AÇÃO REALIZADA EM LARANJAL DO JARI

              

De acordo o Procon,  postos de combustíveis foram  fiscalizados para testes de qualidade e quantidade dos produtos vendidos.  Foto: Procon-AP/Divulgação. 


No período de 31 de agosto a 4 de setembro do ano passado, o Instituto de Defesa do Consumidor do Amapá-Procon/AP realizou uma fiscalização no município de Laranjal do Jari, entretanto, até esta data o órgão não prestou contas à sociedade, ou seja, não divulgou os resultados sobre o que realmente aconteceu.  

As empresas do segmento de materiais de construção tinham cinco dias úteis para apresentarem notas fiscais de compra e venda que justificassem os valores praticados no mercado. 

A operação fazia parte do cronograma de fiscalizações montado para atender as demandas dos municípios do Amapá.

Na época, as maiores reclamações recaiam sobre as lojas de materiais de construção, as quais passaram a elevar subitamente os preços do cimento e do tijolo da noite para o dia. Os postos de combustíveis e supermercados também foram alvos da operação que fazia parte do cronograma de fiscalizações montado para atender as demandas dos municípios amapaenses.

Em entrevista ao programa Notícias do Vale, da Rádio Web Tribuna do Vale, o chefe da unidade do Procon de Laranjal do Jari, Genivaldo Nascimento, explicou sobre as limitações da equipe local, a começar pelo número de funcionários, sendo apenas três servidores. A carência de funcionários também é um problema vivenciado pelo órgão da capital, sobretudo durante a pandemia da covid-19, pois a maioria faz parte do grupo de risco.

O fato é que tamanha demora em apresentar os resultados da ação à sociedade, acaba prejudicando a reputação de um órgão que tem como função principal zelar pelos direitos dos consumidores. 


Ivan Lopes, da Redação do Tribuna do Vale.