terça-feira, 30 de junho de 2015

ONU COBRA PUNIÇÃO AOS ENVOLVIDOS EM ESTUPRO BRUTAL NO PIAUÍ

Menores que cometeram o crime: Todos têm um histórico que envolvem expulsões das escolas onde passaram, furtos, roubos e outros crimes.

Menores que foram cruelmente espancadas, humilhadas, estupradas e violentadas fisicamente, inclusive mutiladas.

Local de onde as meninas foram empurradas: cerca de 20 metros de altitude.


A Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou da Justiça brasileira punição aos quatro adolescentes e ao traficante de 39 anos que estupraram quatro meninas com idades entre 15 e 17 anos em Castelo do Piauí, a cerca de 180 quilômetros de Teresina. O crime brutal - além do estupro coletivo, as garotas foram atiradas de um morro de oito metros de altura e agredidas a pedradas - provocou a morte de uma das vítimas Danielly Rodrigues Feitosa, de 17 anos, no domingo. A ONU classificou o ataque como uma "violência sexista".

Em nota pública assinada pela representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, a organização presta solidariedade às vítimas e às famílias delas, além de pedir que o Poder Público faça justiça, responsabilize os agressores e auxilie na recuperação das garotas violentadas. "Este é um crime que choca o Brasil e toda a América Latina pela crueldade", diz o texto.

Menor detalha estupro de meninas no Piauí

No último dia 27 de maio, as meninas foram raptadas, torturadas e estupradas pelos cinco envolvidos por quase duas horas no Morro do Garrote, uma área verde nos arredores da cidade de 18.000 habitantes. Drogados, eles usaram uma faca para cortar as roupas das jovens e depois vendaram e amarram as meninas com as peças íntimas que elas usavam. Ao fim da agressão sexual, confessada pelos quatro menores, o traficante empurrou as meninas de cima de uma pedra. Elas caíram nas rochas e ainda foram apedrejadas pelos garotos.

O Ministério Público pediu a internação sem prazo para liberação dos quatro adolescentes e vai denunciar o traficante por estupro, homicídio consumado, três tentativas de homicídio, associação criminosa e corrupção de menores. Entre as qualificadoras que devem elevar a pena se ele for condenado, estão o meio cruel, a impossibilidade de defesa e o feminicídio.
Os jovens infratores prestam depoimento nesta quinta-feira pela primeira vez em Teresina. Todos estão apreendidos provisoriamente.

Leia a íntegra da nota:

A ONU Mulheres Brasil se solidariza com as quatro vítimas de estupro coletivo, ocorrido na cidade de Castelo do Piauí (PI). Este é um crime que choca a todo o Brasil e a América Latina pela crueldade com que as adolescentes, entre 15 e 17 anos, foram alvo da violência sexista, tendo seus corpos violados, torturados e mutilados. À memória da vítima fatal do feminicídio, Danielly Rodrigues Feitosa, e a seus familiares, condolências e justiça.

Desde março deste ano, o Brasil assegurou o feminicídio - assassinato de mulheres e meninas com requintes de crueldade - como crime hediondo no Código Penal por meio da Lei nº 13.104/2015. Como 16ª nação latino-americana com punição prevista em lei ao feminicídio, o Brasil foi escolhido como primeiro país-piloto para adaptar o Modelo de Protocolo Latino-americano para Investigação de Mortes Violentas de Mulheres por Razões de Gênero, elaborado pela ONU Mulheres e pelo Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, devido às políticas e à rede de serviços públicos de enfrentamento à violência.

Contudo, para além da responsabilização do poder público aos agressores, justiça e reparação às vítimas, são necessárias transformações de comportamento e atitude na sociedade e consciência pública sobre a gravidade e os altos índices de violência contra as mulheres e meninas: cerca de 50.000 estupros e 5.000 assassinatos por ano. Isso implica mudanças diárias e mobilizações, em todos os níveis, sobre a maneira com que mulheres e homens, meninas e meninos, se relacionam, adotando valores e práticas firmados na igualdade e livres de quaisquer formas de violência.


Nadine Gasman
Representante da ONU Mulheres Brasil

quarta-feira, 24 de junho de 2015

CANTOR CRISTIANO ARAÚJO MORRE APÓS ACIDENTE DE CARRO EM GO





O cantor goiano Cristiano Araújo, de 29 anos, e a namorada dele, Allana Coelho Pinto de Moraes, de 19, morreram na manhã desta quarta-feira (24) após um acidente de carro na BR-153, no km 614, entre Morrinhos e o trevo de Pontalina, em Goiás. O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), para onde ele foi transferido, e a assessoria de imprensa do sertanejo confirmaram a informação às 8h30.
Já a morte de Allana foi confirmada pelo empresário do cantor, Antônio Pereira dos Santos. "O corpo dela foi levado ao IML [Instituto Médico Legal] de Morrinhos e os familiares foram ao local para a liberação".

Segundo o Corpo de Bombeiros, o sertanejo voltava de um show em Itumbiara, no sul do estado, por volta das 3h30, quando veículo em que ele estava, um Range Rover, saiu da pista e capotou. O cantor chegou a ser socorrido ao Hospital Municipal de Morrinhos e depois transferido em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Móvel até a capital. Em seguida, seguiu de helicóptero até o Hugo, mas não resistiu.

Além do cantor e da namorada, outras duas pessoas estavam no carro, sendo outro empresário e o motorista. Segundo os bombeiros, eles sofreram ferimentos leves e também foram encaminhados a um hospital na capital.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que as causas do acidente ainda são apuradas. “Fizemos um levantamento no veículo, que é do ano de 2015, e ele estava em perfeitas condições. A suspeita inicial é que o motorista tenha dormido ao volante, mas tudo isso ainda é devidamente apurado”, afirmou o inspetor Newton Moraes.

Segundo o Antônio Pereira dos Santos, o cantor costumava viajar com um motorista particular para que "pudesse dormir após o show e não precisasse dirigir". Ele ressaltou, ainda, que o condutor "é experiente e acostumado a guiar de madrugada".

A assessoria de imprensa do cantor informou que o velório será realizado no Ginásio Goiânia Arena, na capital. O horário ainda não foi definido, pois depende da liberação do corpo do sertanejo.




domingo, 21 de junho de 2015

COMUNICADO IMPORTANTE DO JORNAL TRIBUNA DO VALE



                COMUNICADO IMPORTANTE DO JORNAL TRIBUNA DO VALE

                Informamos aos nossos leitores, anunciantes, parceiros, colaboradores e a quem possa interessar, que as edições impressas do Jornal TRIBUNA DO VALE poderão ser suspensas até o fim de julho próximo em razão de alguns fatos que fogem do nosso alcance.  Desde que o nosso jornal foi fundado, em julho de 2011, imprimimos as nossas edições numa conceituada gráfica de Macapá com a qual mantínhamos uma parceria que nos permitia fazer o melhor jornal impresso do Estado do Amapá e cobrar do nosso leitor apenas R$ 2,00 (sendo R$ 1,00 para a nossa empresa e R$ 1,00 para os nossos revendedores) pelo exemplar, além de praticar os menores preços pelos anúncios e isentar as matérias institucionais (de escolas, órgãos públicos em geral, igrejas, sindicatos, etc.) de qualquer contribuição. 

                Apesar de conseguirmos uma grande vendagem de exemplares, os valores arrecadados com as vendas dos exemplares não chegam a 30% dos custos com a gráfica, daí a necessidade de contarmos com o apoio dos nossos anunciantes, inclusive gostaríamos de agradecer ao apoio da Câmara Municipal de Laranjal, Prefeitura de Laranjal e EDP. Na prática, são os anunciantes que cobrem praticamente todos os custos do Tribuna do Vale, entretanto, eles não fazem qualquer interferência na linha editorial do nosso periódico, pois essa é uma das condições basilares da nossa empresa. 

                Infelizmente, fomos surpreendidos pela notícia de que a referida gráfica fechou as portas temporariamente em razão de ter mudado de proprietários. Essa situação nos obrigou a buscar alternativas para que possamos manter a impressão do TRIBUNA DO VALE com a mesma qualidade e credibilidade, entretanto, com os custos orçados até o momento torna-se impossível manter o mesmo padrão sem ter que fazer algumas mudanças radicais na nossa empresa. 

                Os novos custos de impressão nos obrigarão a fazer reajustes no preço do exemplar e nos valores dos anúncios, entretanto, esses aumentos estão sendo analisados cuidadosamente por nossa equipe para que não se tornem inviáveis para ambas as partes. Muito provavelmente também não teremos mais condições de publicar matérias institucionais totalmente gratuitas, pois os custos de um jornal impresso não se resumem a apenas o material gráfico, mas temos inúmeros gastos com transporte, equipamentos, insumos, impostos (municipais, estaduais e federais), tarifas, combustível e funcionários.

                O certo é que independente de qualquer coisa, o Jornal TRIBUNA DO VALE continuará sendo impresso com a mesma linha editorial e qualidade gráfica. Só estamos avaliando a possibilidade de suspendermos as publicações por algumas semanas para que possamos nos adequar e fortalecer ainda mais o nosso compromisso com os nossos leitores e apoiadores.

                Para sempre estaremos fazendo o Melhor Jornal para você, que é o Melhor Leitor! 

                Gratos pela compreensão,

                Alristela Cruz 
                 (Diretora-presidente da Empresa Jornal Tribuna do Vale)

                Ivan Lopes
                (Redator-chefe do Jornal Tribuna do Vale)
               
Contatos: Av. Monte Dourado, 775 – Agreste – Laranjal do Jari – AP
(96) 99117-5877 (Ivan Lopes) – (96) 99128-3018 (Alristela) – Escritório: (96) 3621-2472 – Whatsapp (96) 99131-8494

sábado, 20 de junho de 2015

LULA RECONHECE QUE DILMA MENTIU NA CAMPANHA DE 2014

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez na última quinta-feira (18.jun.2015) um relato sombrio e muito duro sobre a atual situação política do governo de Dilma Rousseff.

Num dos trechos de sua fala, reconheceu que a atual presidente mentiu durante a campanha eleitoral de 2014:“Tem uma frase da companheira Dilma que é sagrada: ‘Eu não mexo no direito dos trabalhadores nem que a vaca tussa’. E mexeu. Tem outra frase, Gilberto [Carvalho], que é marcante, que é a frase que diz o seguinte: ‘Eu não vou fazer ajuste, ajuste é coisa de tucano’. E fez. E os tucanos sabiamente colocaram Dilma falando isso [no programa de TV do partido] e dizendo que ela mente. Era uma coisa muito forte. E fiquei muito preocupado”.

O PSDB fez programas duros contra o PT e Dilma. Em 10 de maio de 2015, mostrou comerciais curtos nos quais brasileiros aparecem em situação de desalento. Em 19 de maio, foram veiculadas as falas de Dilma na campanha de 2014, nas quais a petista promete não arrochar salários nem produzir desemprego.
O encontro de anteontem (18.jun.2015) foi com padres e dirigentes de entidades religiosas no auditório do Instituto Lula, segundo detalhadíssimo relato das repórteres Tatiana Farah e Julianna Granjeia, do “O Globo''. Ao descrever a conjuntura atual, o ex-presidente fez um desabafo:

“Dilma está no volume morto, o PT está abaixo do volume morto, e eu estou no volume morto. Todos estão numa situação muito ruim. E olha que o PT ainda é o melhor partido. Estamos perdendo para nós mesmos”.
A expressão “volume morto” se refere à crise de abastecimento de água no Estado de São Paulo. Para manter o fornecimento, o governo paulista recorreu a uma reserva das represas conhecido como “volume morto”.

Como o encontro foi antes da prisões de sexta-feira (19.jun.2015) de empreiteiros por causa da Operação Lava Jato, Lula não fez menções a esse assunto.

Na conversa com religiosos, Lula deu um exemplo de como a situação está delicada para o governo federal e para o PT. Mencionou uma pesquisa interna do partido:
“Acabamos de fazer uma pesquisa em Santo André e São Bernardo, e a nossa rejeição chega a 75%. Entreguei a pesquisa para Dilma, em que nós só temos 7% de bom e ótimo”.

Segundo Lula, ele teria dito a Dilma que o resultado da pesquisa não deveria desanimá-la. “Isso é para você saber que a gente tem de mudar, que a gente pode se recuperar. E entre o PT, entre eu e você, quem tem mais capacidade de se recuperar é o governo, porque tem iniciativa, tem recurso, tem uma máquina poderosa para poder falar, executar, inaugurar”.

Lula falou por cerca de 50 minutos, segundo o relato de “O Globo''. Reclamou que o PT e o governo estão fazendo pouca política num momento de dificuldades econômicas para o país.
“Na falta de dinheiro, tem de entrar a política. Nesses últimos 5 anos, fizemos muito menos atividade política com o povo do que fizemos no outro período”.

O ex-presidente citou algumas vezes o ex-ministro Gilberto Carvalho, interlocutor frequente do PT com movimentos religiosos. Carvalho, presente ao evento de anteontem, participou do primeiro mandato de Dilma Rousseff, mas viu seu papel dentro da administração federal ser desidratado. No momento, está fora do governo.

“Gilberto sabe do sacrifício que é a gente pedir para a companheira Dilma viajar e falar. Porque na hora que a gente abraça, pega na mão, é outra coisa. Política é isso, o olhar no olho, o passar a mão na cabeça, o beijo”.

Lula falou mal do ambiente dentro do Palácio do Planalto: “Aquele gabinete [presidencial] é uma desgraça. Não entra ninguém para dar notícia boa. Os caras só entram para pedir alguma coisa. E como a maioria que vai lá é gente grã-fina… Só entrou hanseniano porque eu tava [sic] no governo, só entrou catador de papel porque eu tava [sic] no governo”.

Para o ex-presidente, Dilma precisa “ir para a rua, viajar por esse país, botar o pé na estrada”.
Sobrou também uma reprovação para os ministros petistas: “Os ministros têm de falar. Parece um governo de mudos. Os ministros que viajam são os que não são do PT. [Gilberto] Kassab [Cidades] já visitou 23 Estados”. Kassab, ex-prefeito de São Paulo, é presidente nacional do PSD.

Para o titular da Casa Civil, Aloizio Mercadante, uma observação direta: “Pelo amor de Deus, Aloizio, você é um tremendo orador. É certo que é pouco simpático”.

“Falar é uma arma sagrada. Estamos há 6 meses discutindo ajuste. Ajuste não é programa de governo. Em vez de falar de ajuste… Depois de ajuste vem o quê?”. Para o ex-presidente, é necessário “fazer as pessoas acreditarem que o que vem pela frente é muito bom”.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

MISTÉRIO: CASO DO IDOSO DESAPARECIDO DO BARCO SÃO FRANCISCO DE PAULA II HÁ 1 ANO E 2 MESES PERMANECE SEM SOLUÇÃO

CASO DO IDOSO DESAPARECIDO DO BARCO SÃO FRANCISCO DE PAULA II HÁ 1 ANO E 2 MESES PERMANECE SEM SOLUÇÃO
Benedito Albuquerque Pantoja, desaparecido há mais de um ano.




Desde o dia 27/04/2014, os familiares, especialmente as filhas do Senhor Benedito Albuquerque Pantoja, de 84 anos, convivem com o sofrimento e a angústia de não saber o que de fato ocorreu com o mesmo durante a viagem entre Santarém e Laranjal do Jari. Ele entrou no barco São Francisco de Paula II às 16 horas do dia 24 de abril do ano passado e o que ocorreu no percurso precisa ser apurado pelas autoridades policiais, entretanto, o caso tem sido tratado com o desinteresse e a morosidade que todos os brasileiros já conhecem, principalmente quando a vítima em questão é um cidadão pertencente a uma família de poucas posses.

De acordo com o B.O. registrado na 16ª Seccional de Polícia Civil de Santarém por uma sobrinha do Senhor Benedito Albuquerque, quando a referida embarcação chegou na cidade de destino final seus parentes se depararam apenas com a bagagem. Consta ainda que os funcionários da embarcação teriam mencionado que viram o passageiro idoso pela última vez na cidade de Prainha, por volta das 4 horas da manhã no dia 25/04/2014, entretanto, em depoimentos posteriores às autoridades policiais, há indícios de que o mesmo possa ter seguido viagem até Almeirim.

Conforme o depoimento de Adercirio Teodoro dos Santos, 61 anos, proprietário da embarcação, somente após uma parada por cerca de uma hora na cidade de Almeirim é que fora informado por um tripulante de que existia uma rede vazia e que suspeitava-se ser do Senhor Benedito, entretanto, foi convencido de que o idoso teria pego um veículo terrestre para chegar mais rápido ao destino final, visto que é bastante esta prática.

Um dos passageiros ouvidos pela Polícia Civil de Óbidos – PA, foi Diego Santiago da Silva, 22 anos, conhecido por “Popay” Ele é soldador e também é lutador de MMA. Ele confirmou ter visto durante a viagem um senhor com as características físicas do seu Benedito, entretanto, também não soube dizer em que local e horário o mesmo desembarcou. “Popay” passou foi arrolado entre as testemunhas pelo fato de ter descido em Almeirim. Em seu depoimento ele afirmou que o destino final era a cidade amapaense de Vitória do Jari, onde participou de uma competição de MMA e que desceu em Almeirim para pegar um carro e assim chegar mais rápido à cidade vitoriense. Popay afirmou ainda ter visto o Seu Benedito dentro do barco em companhia de um rapaz moreno, estatura mediana, com uma tatuagem tribal em um dos ombros. Essa mesma informação foi confirmada por uma passageira que ainda não foi arrolada como testemunha pelas autoridades policiais.

Benedito Albuquerque é natural de Gurupá e possui sete filhos, sendo quatro homens e três mulheres, os quais residem em Laranjal do Jari, Vitória do Jari e Macapá. Desde o desaparecimento do genitor, seus filhos convivem diariamente com a angústia de não terem um desfecho final. A possibilidade de que o idoso permaneça com vida é muito remota, entretanto, os seus familiares gostariam muito de saber o que de fato ocorreu com o mesmo. Eles também pedem as autoridades para que elucidem o caso tomem as providências necessárias para que os culpados pelo seu sumiço sejam devidamente punidos. Segundo informações de uma das filhas, Benedito portava durante a viagem a importância de cerca de R$ 2.200,00.

Desde que o seu Benedito foi dado como desaparecido, os seus filhos e filhas tem lutado diuturnamente para elucidar o caso, entretanto, as poucas pessoas que entram em contato com os mesmos acabam repassando informações desencontradas que os deixam ainda mais atônitos e sem a expectativa real de encontrar uma solução. Quem tiver alguma informação que possa ser útil, basta entrar em contato através do nº (96) 99112-3639.

Mesmo depois de um fato tão grave ter ocorrido, a embarcação continua fazendo o trajeto normalmente. Não há como negar a responsabilidade da empresa, principalmente por se tratar de um passageiro idoso. Essa situação deve servir de alerta para outras pessoas e precisa ser apurada pelas autoridades policiais e judiciais.